{"id":27737,"date":"2018-09-04T09:21:42","date_gmt":"2018-09-04T07:21:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/fecha-14-de-maio-veneravel-mariano-avellana-missionario-claretiano\/"},"modified":"2018-09-04T09:21:42","modified_gmt":"2018-09-04T07:21:42","slug":"fecha-14-de-maio-veneravel-mariano-avellana-missionario-claretiano","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/efemerides\/fecha-14-de-maio-veneravel-mariano-avellana-missionario-claretiano\/","title":{"rendered":"Fecha: 14 de Maio &#8211; Vener\u00e1vel Mariano Avellana, Mission\u00e1rio Claretiano"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O Padre Mariano \u00e9 de toda a Igreja, especialmente daqueles que Jesus declarou como os primeiros no Reino: os marginalizados, os carentes de sabedoria acad\u00eamica, do prest\u00edgio social, da for\u00e7a e do poder.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Padre Mariano nasceu em Almud\u00e9var, Huesca (Espanha), em 1844, ingressou, em 1870, sendo presb\u00edtero diocesano, na pequena comunidade dos Mission\u00e1rios Filhos do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria, ent\u00e3o desterrada no sul da Fran\u00e7a. Tr\u00eas anos depois, era enviado para o outro lado do mundo: Chile, na Am\u00e9rica do Sul, a chamada vinha jovem, destinada a dar fruto abundante, segundo a express\u00e3o do pr\u00f3prio Padre Fundador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Congrega\u00e7\u00e3o o enviou como mission\u00e1rio e Mariano o foi em todos os sentidos: um enviado a anunciar o amor de Deus no mundo injusto; enviado aos mais necessitados de consolo; enviado a proclamar, com sua poderosa voz e seu exemplar estilo de vida religiosa, que o Reino de Deus e seus valores estava por cima dos pequenos olhares parciais, interesseiros, ego\u00edstas e orgulhosos  de uma sociedade quase feudal manejada pelos grandes da terra: comprometeu-se com o servi\u00e7o da Palavra para que os pobres tivessem vida. Este foi o se trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pregou no Chile mais de 700 miss\u00f5es populares (cada uma delas com uma m\u00e9dia de entre 10 e quinze dias) durante os trinta anos de vida mission\u00e1ria no pa\u00eds (1873-1904). Foi constante visitador e acompanhante de enfermos nos hospitais pobres, no c\u00e1rceres e nos bairros distantes dos bens da civiliza\u00e7\u00e3o. O lema da sua vida, assumido ao ser enviado pela Congrega\u00e7\u00e3o \u00e0s miss\u00f5es na Am\u00e9rica, foi \u201csanto ou morto\u201d. Este lema foi seu prop\u00f3sito, seu est\u00edmulo, para procurar a perfei\u00e7\u00e3o no seguimento de Cristo libertador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Morreu, no hospital de pobres, pregando uma miss\u00e3o nas montanhas da atual diocese de Copiap\u00f3, no norte do pa\u00eds, diocese que aos cem anos de sua morte pastoreia um bispo claretiano; um sinal de que seu sacrif\u00edcio continua florescendo em atividade apost\u00f3lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Padre Mariano Avellana continuar\u00e1 motivando-nos com sua vida exemplar, seu testemunho mission\u00e1rio e seu compromisso a servi\u00e7o da vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"> O mesmo Povo de Deus j\u00e1 o canonizou em vida chamando-o<em> santo Padre Mariano<\/em> e a Igreja ao declar\u00e1-lo Vener\u00e1vel no dia 23 de outubro de 1987, por decis\u00e3o do Papa Jo\u00e3o Paulo II.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Padre Mariano \u00e9 de toda a Igreja, especialmente daqueles que Jesus declarou como os primeiros no Reino: os marginalizados, os carentes de sabedoria acad\u00eamica, do prest\u00edgio social, da for\u00e7a e do poder. O Padre Mariano nasceu em Almud\u00e9var, Huesca (Espanha), em 1844, ingressou, em 1870, sendo presb\u00edtero diocesano, na pequena comunidade dos Mission\u00e1rios Filhos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":69,"featured_media":0,"parent":33284,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"class_list":["post-27737","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/PdaBmi-7dn","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/27737","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/69"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27737"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/27737\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/33284"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27737"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}