{"id":27834,"date":"2018-09-04T15:00:04","date_gmt":"2018-09-04T13:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/fecha-11-de-julho-felipe-maroto-superior-geral\/"},"modified":"2018-09-04T15:00:04","modified_gmt":"2018-09-04T13:00:04","slug":"fecha-11-de-julho-felipe-maroto-superior-geral","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/efemerides\/fecha-11-de-julho-felipe-maroto-superior-geral\/","title":{"rendered":"Fecha: 11 de Julho &#8211; Felipe Maroto, Superior Geral"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Nasceu no dia 26 de maio de 1875 em Garcill\u00e1n (Seg\u00f3via &#8211; Espanha) de uma modesta fam\u00edlia de lavradores. No dia 25 de setembro de 1889 entrou no Semin\u00e1rio Claretiano de Seg\u00f3via. Aqui esteve um ano estudando Analogia. No ano seguinte foi a Barbastro para estudar Ret\u00f3rica. Nos primeiros dias de julho de 1891 passou ao Noviciado de Cervera. Esta turma de noviciado contou com 3 novi\u00e7os-sacerdotes, 75 Estudantes e 34 Irm\u00e3os. Professou no dia 25 de julho de 1892 e permaneceu em Cervera onde fez a Filosofia e os dois primeiros anos de Teologia. No ver\u00e3o deste mesmo ano passou a Santo Domingo de la Calzada, onde terminou os estudos para o sacerd\u00f3cio. Foi ordenado sacerdote no dia 13 de maio de 1900. Logo depois foi a Roma. Ali come\u00e7ou os estudos de Direito Can\u00f4nico e Civil (1900-1903) no Pontif\u00edcio Semin\u00e1rio Romano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ano de 1907 o Padre Felipe Maroto iniciou sua carre\u00edra como professor universit\u00e1rio com a c\u00e1tedra de Institui\u00e7\u00f5es Can\u00f4nicas. Foi Procurador, Postulador e Consultor Geral posteriormente. Foi eleito Superior Geral no dia 23 de abril de 1934 no XIII Cap\u00edtulo Geral. Era conhecid\u00edssimo em Roma por seus dotes espirituais e intelectuais. Sua aptid\u00e3o para o direito era excepcional. Era conhecido de tal forma que em algumas ocasi\u00f5es chegaram a chamar os Claretianos de <em>Marotinos<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dado o pouco tempo que esteve como Superior Geral, n\u00e3o pode escrever muitas circulares. Em seu magist\u00e9rio insiste, sobretudo, na miss\u00e3o universal da Congrega\u00e7\u00e3o e na forma\u00e7\u00e3o s\u00e9ria e respons\u00e1vel para a mesma. Tamb\u00e9m pede que se incentive o esp\u00edrito mission\u00e1rio universal nos col\u00e9gios com todos os meios poss\u00edveis. Por outra parte, foi muito eficiente para colocar em pr\u00e1tica o que foi decidido no Cap\u00edtulo Geral de 1934 que o elegeu. Entre outras coisas, o colocar em andamento o Col\u00e9gio Internacional de Roma j\u00e1 no ano de 1934 e o traslado da C\u00faria General\u00edcia a Roma, na Via Giulia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mais importante desta \u00e9poca, e que deveria influir no r\u00e1pido deterioramento da sa\u00fade do Padre Felipe Maroto, foram os acontecimentos da Guerra Civil Espanhola de 1936 a 1939. Todo minist\u00e9rio foi paralizado, morrendo 271 professos entre Padres, Irm\u00e3os e Estudantes, al\u00e9m de outras muitas perdas materiais. De todas as formas, esta perda dolorosa se convertiria em gl\u00f3ria para a Congrega\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 podia contar em seu seio com numerosos m\u00e1rtires. Faleceu inesperadamente, abatido pelos sofrimentos provocados pelos acontecimentos na Espanha, de um araque cerebral, no dia 11 de julho de 1937.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nasceu no dia 26 de maio de 1875 em Garcill\u00e1n (Seg\u00f3via &#8211; Espanha) de uma modesta fam\u00edlia de lavradores. No dia 25 de setembro de 1889 entrou no Semin\u00e1rio Claretiano de Seg\u00f3via. Aqui esteve um ano estudando Analogia. No ano seguinte foi a Barbastro para estudar Ret\u00f3rica. Nos primeiros dias de julho de 1891 passou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":69,"featured_media":0,"parent":33284,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"class_list":["post-27834","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/PdaBmi-7eW","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/27834","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/69"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27834"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/27834\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/33284"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27834"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}