{"id":106790,"date":"2021-10-15T17:48:15","date_gmt":"2021-10-15T15:48:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/25-anos-nao-e-nada-a-missao-e-eterna\/"},"modified":"2021-10-15T17:48:15","modified_gmt":"2021-10-15T15:48:15","slug":"25-anos-nao-e-nada-a-missao-e-eterna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/25-anos-nao-e-nada-a-missao-e-eterna\/","title":{"rendered":"25 anos n\u00e3o \u00e9 nada &#8230; a miss\u00e3o \u00e9 eterna"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;\"><strong>Roma, It\u00e1lia<\/strong>. N\u00e3o foi por acaso que era o dia de Santa Teresa, tenho certeza. A itinerante juntou-se ao pequeno grupo de dois (n\u00e3o \u00e9ramos um e meio, como no caso da reforma do Carmelo) que iniciava o caminho da nova miss\u00e3o claretiana na Federa\u00e7\u00e3o Russa. Jos\u00e9 Mar\u00eda Vegas e Mariano Jos\u00e9 Sedano estavam acompanhados pelo nosso provincial de Castilla, Vicente Sanz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;\">Tudo estava para ser feito. A \u00fanica coisa que estava claro para n\u00f3s era que, antes de tudo, t\u00ednhamos que nos converter para a R\u00fassia, nascer de novo em uma nova cultura. Nada menos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;\">Para isso, a presen\u00e7a pioneira de nossos irm\u00e3os claretianos da Pol\u00f4nia seria fundamental. Os dois anos passados \u200b\u200bcom eles no cora\u00e7\u00e3o da Sib\u00e9ria, em Krasnoyarsk, abriram-nos as portas da l\u00edngua, da cultura e da compreens\u00e3o da presen\u00e7a eclesial nesta terra que j\u00e1 sentimos ser nossa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;\">Desde 1998 vivemos em S\u00e3o Petersburgo, focados desde o primeiro dia na forma\u00e7\u00e3o dos futuros pastores, religiosos e agentes pastorais desta igreja que peregrina por estas terras sem fronteiras. Ao ensino acad\u00eamico e catequ\u00e9tico e \u00e0s tarefas formativas de nossos candidatos, foram se somando, quase desde o in\u00edcio, acentos claretianos como o cuidado \u00e0 vida consagrada, a pastoral familiar, o trabalho com a Caritas e o di\u00e1logo e a pr\u00e1tica do ecumenismo. Desde 2001, a proa mission\u00e1ria da comunidade dirige-se para o norte. Desde ent\u00e3o, somos os pastores da par\u00f3quia de S\u00e3o Miguel Arcanjo em Murmansk, uma das par\u00f3quias mais setentrionais da Igreja Cat\u00f3lica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;\">Obviamente, foram chegando outros que se juntaram e compartilham este grande projeto. O primeiro deles foi Juan Sarmiento (hoje em sua prov\u00edncia de origem em San Jos\u00e9 del Sur) que iniciou o trabalho pastoral em Murmansk e lhe deu uma marca claretiana que n\u00e3o se perdeu com a presen\u00e7a de Alejandro Carbajo, canonista convertido \u00e0 pastoral ativa e de fronteira, que Jos\u00e9 Mar\u00eda e eu compartilhamos desde S\u00e3o Petersburgo com visitas peri\u00f3dicas. Rafael Lozano, Juan Lozano, Josef Biberacher, Arkadiusz Bialek, Thomas Ksiazkiewicz tamb\u00e9m fazem parte deste projeto h\u00e1 algum tempo. E nossa presen\u00e7a sem d\u00favida contribuiu para que hoje um filho desta terra, Denis Malov, esteja completando sua forma\u00e7\u00e3o claretiana em Paris.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;\">25 anos se passaram. Como Teresa de Jesus, s\u00f3 podemos cantar a miseric\u00f3rdia de Deus conosco, seu carinho afetuoso, sua presen\u00e7a invis\u00edvel, mas tang\u00edvel, nos caminhos da miss\u00e3o e das rela\u00e7\u00f5es fraternas. O cora\u00e7\u00e3o de Maria nos foi formando um cora\u00e7\u00e3o sens\u00edvel \u00e0s dores e feridas deste povo, especialmente castigado pela hist\u00f3ria. Certamente 25 anos n\u00e3o \u00e9 nada, quando sentimos que a miss\u00e3o \u00e9 t\u00e3o imensa e insond\u00e1vel, quando as necessidades e urg\u00eancias continuam a gritar e nos sentimos t\u00e3o pequenos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;\">N\u00f3s os convidamos a dar gra\u00e7as conosco, queridos Irm\u00e3os de todas as latitudes, e pedir ao Senhor as voca\u00e7\u00f5es da R\u00fassia para a nossa fam\u00edlia e tamb\u00e9m voca\u00e7\u00f5es de toda a Congrega\u00e7\u00e3o para a R\u00fassia. A aventura &#8211; garanto a voc\u00eas &#8211; \u00e9 apaixonante. Estamos realizando o sonho de Claret, que pensou em n\u00f3s \u201cde um p\u00f3lo ao outro\u201d. A miss\u00e3o \u00e9 eterna e n\u00e3o conhece limites.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;\">[envira-gallery id=&#8221;106744&#8243;]<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Roma, It\u00e1lia. N\u00e3o foi por acaso que era o dia de Santa Teresa, tenho certeza. A itinerante juntou-se ao pequeno grupo de dois (n\u00e3o \u00e9ramos um e meio, como no caso da reforma do Carmelo) que iniciava o caminho da nova miss\u00e3o claretiana na Federa\u00e7\u00e3o Russa. 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