{"id":17483,"date":"2018-05-05T00:00:18","date_gmt":"2018-05-04T22:00:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/5-maio\/"},"modified":"2018-05-05T00:00:18","modified_gmt":"2018-05-04T22:00:18","slug":"5-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/5-maio\/","title":{"rendered":"5 Maio"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Oh! Meu Deus e meu Pai, fazei que vos conhe\u00e7a e vos fa\u00e7a conhecido; que vos ame e vos fa\u00e7a amado; que vos sirva e fa\u00e7a com que vos sirvam; que vos louve e fa\u00e7a com que todas as criaturas vos louvem.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Aut 233<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>ORA\u00c7\u00c3O APOST\u00d3LICA<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Esta ora\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecida universalmente como a \u201cora\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica\u201d do Padre Claret. Possivelmente seja uma das mais famosas e populares ora\u00e7\u00f5es sa\u00eddas de sua pena. Nela recolhe um duplo movimento: para Deus e para os demais.<br \/>\n\u00b7         \u201cDeus\u201d e \u201cPai\u201d aparecem unidos na ora\u00e7\u00e3o claretiana. Esta uni\u00e3o \u00e9 muito fecunda. Une duas experi\u00eancias: a transcend\u00eancia divina e seu amor misericordioso. Por isso, recitar esta ora\u00e7\u00e3o desperta no orante uma purifica\u00e7\u00e3o da imagem de Deus, fazendo-a evang\u00e9lica. Quem a reza com aten\u00e7\u00e3o e f\u00e9 expressa e alimenta eficazmente sua condi\u00e7\u00e3o de criatura e de filho.<br \/>\n\u00b7         Toda a ora\u00e7\u00e3o est\u00e1 imbu\u00edda de gratuidade. Nela n\u00e3o h\u00e1 nenhum tra\u00e7o de promete\u00edsmo. Por esta raz\u00e3o, justamente atr\u00e1s da invoca\u00e7\u00e3o inicial, acrescenta o verbo \u201cfazei que\u201d. Iniciar a s\u00faplica desta forma implica sentido de alteridade e, ainda, sentido de gratuidade. O que se pede se receber\u00e1 como dom que se deve agradecer.<br \/>\n\u00b7         As quatro peti\u00e7\u00f5es duplas se apresentam com quatro verbos. Unidos assinalam um programa de crescimento espiritual e, ao mesmo tempo, um programa pastoral: \u201cConhecer, amar, servir e louvar\u201d. E, hoje como sempre ou talvez como nunca, precisamos conhecer e fazer Deus conhecido porque Ele \u00e9 o grande desconhecido e ignorado. Logo depois se diz que \u00e9 imprescind\u00edvel amar e fazer com que amem a Deus, porque ele, mais que amado, costuma ser temido e olhado com receio. Ainda devemos servi-lo e fazer com seja servido, porque com frequ\u00eancia muitos tendem a manipul\u00e1-lo e utiliz\u00e1-lo. Finalmente, o louvor coral a Deus \u00e9 o \u00e1pice de toda a\u00e7\u00e3o pastoral e de todo caminho de crescimento espiritual: o louvor divino, na liturgia, \u00e9 o cume e a meta da vida crist\u00e3.<br \/>\nA proposta para voc\u00ea, que medita estas linhas, \u00e9 clara: Reze lentamente a ora\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica. Detenha-se em cada uma das quatro peti\u00e7\u00f5es. Quem sabe voc\u00ea as aprender\u00e1 de cor? ou poder\u00e1 levar uma c\u00f3pia da ora\u00e7\u00e3o no bolso e rez\u00e1-la com frequ\u00eancia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oh! Meu Deus e meu Pai, fazei que vos conhe\u00e7a e vos fa\u00e7a conhecido; que vos ame e vos fa\u00e7a amado; que vos sirva e fa\u00e7a com que vos sirvam; que vos louve e fa\u00e7a com que todas as criaturas vos louvem. Aut 233 ORA\u00c7\u00c3O APOST\u00d3LICA Esta ora\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecida universalmente como a \u201cora\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica\u201d [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[527],"tags":[],"class_list":["post-17483","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-claret-com-voce"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pdaBmi-4xZ","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17483","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17483"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17483\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17483"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17483"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17483"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}