{"id":17971,"date":"2018-05-12T00:00:32","date_gmt":"2018-05-11T22:00:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/12-maio\/"},"modified":"2018-05-12T00:00:32","modified_gmt":"2018-05-11T22:00:32","slug":"12-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/12-maio\/","title":{"rendered":"12 Maio"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">A caridade \u00e9 a rainha das virtudes, \u00e9 como o sol entre os astros, \u00e9 como o ouro entre os metais, \u00e9 a que d\u00e1 vida a todas as virtudes; mas, se falta caridade, falta tudo, nada serve, como diz o Ap\u00f3stolo.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Carta asc\u00e9tica\u2026 ao presidente de um dos coros da Academia de S\u00e3o Miguel. Barcelona, 1862, p. 13<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>CENTRALIDADE DO AMOR<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Quem n\u00e3o experimentou a diferen\u00e7a entre a fria aten\u00e7\u00e3o de um funcion\u00e1rio que trabalha por obriga\u00e7\u00e3o e a aten\u00e7\u00e3o personalizada de quem assume seu trabalho como um servi\u00e7o ao irm\u00e3o? Em nossa sociedade, n\u00f3s somos um paciente, um cliente, um passageiro e nos sentimos tratados como seres an\u00f4nimos, como n\u00fameros. \u00c0s vezes inclusive recebemos um n\u00famero, uma senha, com o qual somos identificados, chamados, atendidos. Certamente s\u00e3o resolvidos nossos problemas e nos oferecem o que precisamos, mas o que somos, o que sentimos, minha pessoa, meu eu n\u00e3o \u00e9 levado em considera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o interessa.<br \/>\nN\u00f3s mesmos damos uma esmola a um pobre e nos esquecemos dele, pretendemos aliviar uma necessidade e ficamos tranquilos, mas n\u00e3o nos importa, nem nos interessa saber quem \u00e9, o que faz, porque chegou a esta situa\u00e7\u00e3o de necessidade verdadeira. Podemos fazer grandes coisas, resolver grandes problemas da humanidade, mas se falta a caridade, se n\u00e3o h\u00e1 amor, tudo fica pelo caminho.<br \/>\nJesus chega ao cora\u00e7\u00e3o de cada um porque se dirige pessoalmente a cada um: \u00e9 o jovem rico, \u00e9 a m\u00e3e vi\u00fava, \u00e9 Maria Madalena, \u00e9 Pedro a quem Jesus fala. De alguns sabemos seus nomes, porque eram conhecidos para a comunidade crist\u00e3; mas para Jesus n\u00e3o h\u00e1 seres an\u00f4nimos. Ele n\u00e3o d\u00e1 sua vida pelo g\u00eanero humano, n\u00e3o morre na cruz pela humanidade de um modo abstrato, Ele fala a voc\u00ea, morre por voc\u00ea, salva voc\u00ea, quer a voc\u00ea pessoalmente.<br \/>\n\u201cMais al\u00e9m da apar\u00eancia exterior do outro, diz Bento XVI, descubro o desejo interior de um gesto de amor, de aten\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o lhe fa\u00e7o chegar somente atrav\u00e9s das organiza\u00e7\u00f5es encarregadas disto, ou por exig\u00eancias pol\u00edticas. Ao v\u00ea-lo com os olhos de Cristo, posso dar ao outro muito mais que coisas externas necess\u00e1rias: posso oferecer-lhe meu olhar de amor que ele precisa\u201d.<br \/>\nVoc\u00ea j\u00e1 se perguntou alguma vez pela vida das pessoas que o rodeiam? Voc\u00ea se interessou pelos seus problemas, pela sua situa\u00e7\u00e3o familiar, ou pelos sentimentos de quem se relaciona com voc\u00ea ou pelas pessoas que encontra ao longo do dia?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A caridade \u00e9 a rainha das virtudes, \u00e9 como o sol entre os astros, \u00e9 como o ouro entre os metais, \u00e9 a que d\u00e1 vida a todas as virtudes; mas, se falta caridade, falta tudo, nada serve, como diz o Ap\u00f3stolo. Carta asc\u00e9tica\u2026 ao presidente de um dos coros da Academia de S\u00e3o Miguel. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[527],"tags":[],"class_list":["post-17971","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-claret-com-voce"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pdaBmi-4FR","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17971","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17971"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17971\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17971"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17971"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17971"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}