{"id":18332,"date":"2018-05-24T00:00:55","date_gmt":"2018-05-23T22:00:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=18332"},"modified":"2018-05-24T00:00:55","modified_gmt":"2018-05-23T22:00:55","slug":"24-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/24-maio\/","title":{"rendered":"24 Maio"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Jesus Cristo pediu ao eterno Pai perd\u00e3o para os que o crucificavam. E nos ensinou como devemos perdoar e amar nossos inimigos.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Rel\u00f3gio da paix\u00e3o, em EE p. 199).<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>GRANDEZA DE CORA\u00c7\u00c3O<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil perdoar a quem nos tem ofendido; a tend\u00eancia \u00e0 vingan\u00e7a ou ao rancor parece inata em n\u00f3s. Mas Jesus passou repartindo perd\u00e3o gratuito e desde a cruz pediu perd\u00e3o para seus verdugos. Seu cora\u00e7\u00e3o era assim espa\u00e7oso que tinha lugar para perdoar at\u00e9 os inimigos (cf. Mt 5, 44). O amor aos inimigos era para Ele o caminho para chegar aos filhos de Deus, que se \u201cparecem\u201d com o Pai. Na ora\u00e7\u00e3o ensinada a seus disc\u00edpulos apresenta nossa op\u00e7\u00e3o pelo perd\u00e3o aos ofensores como sinal da nossa acolhida do perd\u00e3o do Pai (cf. Mt 6, 14; 18, 35), e s\u00f3 quem perdoou pode apresentar a Deus uma oferenda agrad\u00e1vel (cf. Mt 5, 24). A pr\u00e1tica do perd\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel para quem se v\u00ea perdoado. Quem experimentou a gratuidade a difunde (cf. Lc 7,47).<br \/>\nO Padre Claret viveu a fundo o exemplo do seu Mestre no perd\u00e3o de seus perseguidores. Perdoou de todo cora\u00e7\u00e3o o seu agressor em Holgu\u00edn (Cuba, 1856; cf. Aut 583 y 585). Durante seus anos de intenso apostolado em Madri, padeceu todo tipo de cal\u00fanias, maledic\u00eancias, sarcasmos e inclusive v\u00e1rios atentados; a todos perdoou encomendando-os a Deus e amando-os de cora\u00e7\u00e3o (Aut 628).<br \/>\nCada ser humano leva em seu interior o sentido de culpa. N\u00e3o podemos escapar da experi\u00eancia do remordimento e, por sa\u00fade mental, precisamos que algu\u00e9m nos permita saborear o perd\u00e3o. Desde esta experi\u00eancia nos acostumamos a gostar do perd\u00e3o de Deus. O Senhor nos manifesta seu amor atrav\u00e9s do seu perd\u00e3o sem julgar; aos pecadores do evangelho nunca lhes exigiu uma confiss\u00e3o humilhante (cf. Jo 8,11). Colocar-se sob a a\u00e7\u00e3o vivificadora de Jesus \u00e9 o come\u00e7o da aceita\u00e7\u00e3o da sua compaix\u00e3o, seu perd\u00e3o generoso. E ele nos ensina a dar a vida pelos outros com esta mesma generosidade.<br \/>\nSinto necessidade de perd\u00e3o? Celebro o sacramento da reconcilia\u00e7\u00e3o como experi\u00eancia vivificante? Tenho a habilidade de dar vida a outros \u201cignorando\u201d as faltas?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jesus Cristo pediu ao eterno Pai perd\u00e3o para os que o crucificavam. E nos ensinou como devemos perdoar e amar nossos inimigos. Rel\u00f3gio da paix\u00e3o, em EE p. 199). GRANDEZA DE CORA\u00c7\u00c3O N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil perdoar a quem nos tem ofendido; a tend\u00eancia \u00e0 vingan\u00e7a ou ao rancor parece inata em n\u00f3s. 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