{"id":22661,"date":"2018-07-01T00:00:43","date_gmt":"2018-06-30T22:00:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=22661"},"modified":"2018-07-01T00:00:43","modified_gmt":"2018-06-30T22:00:43","slug":"1-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/1-julho\/","title":{"rendered":"1 Julho"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Amanh\u00e3 saio a um povoado chamado Pinto a pregar e confirmar e depois irei para Alcal\u00e1, para fazer o mesmo, e no dia 15 para Santander, onde espero saciar-me, pois sei que est\u00e3o me esperando com muita \u00e2nsia os sacerdotes, as religiosas e o povo&#8230;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Carta ao V. P. Jaime Clotet, 1\u00ba julho de 1861, em EC II, p. 321<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>FOME DE EVANGELIZAR<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Vivemos em uma \u00e9poca fren\u00e9tica. \u00c9 dif\u00edcil para um pouco, por causa do trabalho e por causa dos maus h\u00e1bitos adquiridos; o ativismo, a ansiedade, os nervos nos devoram. Quando em teoria ter\u00edamos tempo para parar um pouco a fim de poder refletir, orar, n\u00f3s nos sentimos incapazes de fazer isto.<br \/>\nA verdade \u00e9 que, por causa das condi\u00e7\u00f5es da vida moderna, perdemos muito tempo em deslocamentos de um lugar para outro, sobretudo, nas grandes cidades. Mas, \u00e0s vezes, mais que tempo material, nos falta \u00e9 tempo psicol\u00f3gico; pensemos no tempo que empregamos para ver TV, navegar na internet, falar pelo celular sem motivo, etc. Talvez nos falte organiza\u00e7\u00e3o, m\u00e9todo, vontade de dar o melhor de n\u00f3s mesmos, vivendo intensamente cada momento da nossa vida.<br \/>\nClaret, trabalhador infatig\u00e1vel pelo temperamento, enamorado de Cristo e totalmente entregue \u00e0 miss\u00e3o evangelizadora, viveu um acertado equil\u00edbrio entre um ritmo de trabalho assombroso e uma grande entrega \u00e0 ora\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, que lhe dava sentido. Quando aceitou o cargo de confessor real, colocou condi\u00e7\u00f5es, entre outras, de que n\u00e3o o fariam perder tempo, pois, confessaria a Rainha e faria o catecismo para a Infanta, e o resto do dia ficaria para seu sagrado minist\u00e9rio. Foi-lhe concedido, mas a perman\u00eancia em Madri lhe deixava a impress\u00e3o de estar preso em uma gaiola. Por isso as grandes viagens de ver\u00e3o dos Reis eram para ele um grande al\u00edvio; livremente organizada o seu servi\u00e7o de evangelizador. Na viagem a Santander, de que fala nesta carta, fez uma homilia durante a longa espera do trem em uma das esta\u00e7\u00f5es: vendo que havia bastante gente na plataforma, lhes pregou desde a janela do mesmo trem.<br \/>\nSeria \u00fatil, ou melhor, necess\u00e1rio, examinarmos frequentemente e com sinceridade o que fazemos ou n\u00e3o fazemos com nosso tempo, quanto aproveitamos e quanto perdemos, quanto dedicamos \u00e0 ora\u00e7\u00e3o, ao apostolado, ao servi\u00e7o da caridade.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amanh\u00e3 saio a um povoado chamado Pinto a pregar e confirmar e depois irei para Alcal\u00e1, para fazer o mesmo, e no dia 15 para Santander, onde espero saciar-me, pois sei que est\u00e3o me esperando com muita \u00e2nsia os sacerdotes, as religiosas e o povo&#8230; Carta ao V. 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