{"id":23970,"date":"2018-07-15T00:00:01","date_gmt":"2018-07-14T22:00:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=23970"},"modified":"2018-07-15T00:00:01","modified_gmt":"2018-07-14T22:00:01","slug":"15-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/15-julho\/","title":{"rendered":"15 Julho"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">A alma que com a medita\u00e7\u00e3o n\u00e3o voa com as asas da f\u00e9 at\u00e9 o Criador destas coisas, que \u00e9 mais belo que todas elas, como se l\u00ea no sagrado livro da Sabedoria; a alma a quem a ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o lhe tem proporcionado nunca a alegria antecipada dos deleites infinitos do c\u00e9u, est\u00e1 indefesa contra as atra\u00e7\u00f5es das belezas terrenas; passando de um \u00eddolo a outro, acaba por adorar tudo, menos Deus.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Carta asc\u00e9tica\u2026 ao presidente de um dos coros da Academia de S\u00e3o Miguel. Barcelona, 1862, p. 25<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>DELEITE NA ORA\u00c7\u00c3O<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Quais s\u00e3o os \u00eddolos de hoje? Podemos afirmar com certeza que s\u00e3o os de sempre, os de toda a hist\u00f3ria da humanidade: a soberba, o dinheiro, o prazer e a todo custo. H\u00e1 muitas pessoas que pensam e dizem, fazendo demonstra\u00e7\u00e3o de um ate\u00edsmo pr\u00e1tico: \u201cNascemos para desfrutar este mundo o m\u00e1ximo poss\u00edvel, sem freios morais nem sociais. Somos livres e podemos fazer o que nos parece\u201d. Por isso para eles o melhor \u00e9 rodear-se de \u00eddolos, sem pensar em Deus como \u00fanica origem, for\u00e7a e meta das nossas aspira\u00e7\u00f5es.<br \/>\nObjetivo bem distante do porqu\u00ea da nossa exist\u00eancia prec\u00e1ria nesta vida. Ao criar-nos, Deus nos tra\u00e7ou um caminho, o caminho para sua mesma gl\u00f3ria, embora \u00e0s vezes seja preciso passar pelo calv\u00e1rio; e este caminho se deve percorr\u00ea-lo, de vez em quando ladeira a cima, mas cheios de f\u00e9, de confian\u00e7a e de amor a quem nos tem criado, redimido e santificado.<br \/>\nPor isso \u00e9 necess\u00e1rio entrar na \u00f3rbita gloriosa de Deus Trindade com um cora\u00e7\u00e3o puro e simples, sobretudo, com o desejo de ser louvor da sua gl\u00f3ria, de ir avan\u00e7ando, pelo caminho reto, para a Vida com mai\u00fascula, para a plena e prazerosa contempla\u00e7\u00e3o do Deus vivo e verdadeiro.<br \/>\nO crist\u00e3o que est\u00e1 cheio de f\u00e9, embora tenha que enfrentar \u00e0s vezes o caminho do calv\u00e1rio, sempre poder\u00e1 contar com a experi\u00eancia da feliz proximidade do seu Deus e Senhor, afastando os \u00eddolos que n\u00e3o podem ajud\u00e1-lo. Quem vive da f\u00e9 no ressuscitado gozar\u00e1 da serena tranquilidade, adorando ao Deus \u00fanico e verdadeiro e desfrutando com seu amor e seu servi\u00e7o, com todo seu ser.<br \/>\nVoc\u00ea \u00e9 ainda um id\u00f3latra ou j\u00e1 se converteu definitivamente ao Deus da sua alegria?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A alma que com a medita\u00e7\u00e3o n\u00e3o voa com as asas da f\u00e9 at\u00e9 o Criador destas coisas, que \u00e9 mais belo que todas elas, como se l\u00ea no sagrado livro da Sabedoria; a alma a quem a ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o lhe tem proporcionado nunca a alegria antecipada dos deleites infinitos do c\u00e9u, est\u00e1 indefesa contra [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[527],"tags":[],"class_list":["post-23970","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-claret-com-voce"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pdaBmi-6eC","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23970","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23970"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23970\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23970"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23970"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23970"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}