{"id":24658,"date":"2018-07-19T00:00:10","date_gmt":"2018-07-18T22:00:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=24658"},"modified":"2018-07-19T00:00:10","modified_gmt":"2018-07-18T22:00:10","slug":"19-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/19-julho\/","title":{"rendered":"19 Julho"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">A mim, meu cora\u00e7\u00e3o se enche de pena, quando vejo que neste bispado de Vic tem tantos sacerdotes sem nada fazer e nestas ilhas tanta necessidade (\u2026). Vou sozinho como um desesperado, pregando e confessando dia e noite, \u00e0s vezes o povo tem que esperar at\u00e9 nove dias com suas noites para que chegue sua vez.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Carta ao bispo de Vic, 27 setembro de 1848, em EC I, p. 280<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>COMO UM DESESPERADO<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Claret escreve esta carta desde as Ilhas Can\u00e1rias, onde trabalhou apostolicamente durante um ano e meio, deixando entre o povo lembran\u00e7as que ainda hoje s\u00e3o recordadas.<br \/>\nH\u00e1 anos que nos lamentamos pela diminui\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es sacerdotais e religiosas e inclusive de leigos verdadeiramente comprometidos no an\u00fancio do Evangelho e no servi\u00e7o da comunidade crist\u00e3. \u00c9 este um fato motivado por raz\u00f5es complexas, como o reduzido n\u00famero de filhos, a seculariza\u00e7\u00e3o da sociedade, etc. Sem esquecer que a voca\u00e7\u00e3o \u00e9 um dom de Deus e n\u00e3o simples fruto do esfor\u00e7o humano, nem sequer de um eloquente testemunho crist\u00e3o. Quantas vezes pais crentes e respons\u00e1veis t\u00eam dado o melhor exemplo a seus filhos e depois ficaram surpresos, ou at\u00e9 com um indevido complexo de culpa, ao verem que eles n\u00e3o seguem seus passos. \u00c0s vezes se semeia e n\u00e3o se v\u00ea a colheita, porque vir\u00e1 mais tarde, ou simplesmente n\u00e3o vir\u00e1, mas, certamente, se queremos colheita, devemos semear.<br \/>\nOutra pergunta muito importante \u00e9 aquela feita por Claret nesta carta: quem foi chamado \u00e0 vida sacerdotal ou religiosa, ou leigo evangelizador, est\u00e1 dando o melhor de si mesmo? Olhando a hist\u00f3ria, sempre mestra da vida, vemos que muitas vezes foi suficiente um s\u00f3 crist\u00e3o para ter um influxo eficaz e duradouro, n\u00e3o s\u00f3 entre o povo do seu tempo, mas inclusive despois da sua morte e ao longo dos s\u00e9culos. Basta pensar em S\u00e3o Francisco de Assis ou nos Beatos Carlos de Foucauld e Teresa de Calcut\u00e1 e tantos sacerdotes, religiosos e leigos, dos quais n\u00e3o falaram os meios de comunica\u00e7\u00e3o, mas que deixaram pegadas profundas na vida e no cora\u00e7\u00e3o de muitas pessoas, crist\u00e3s ou n\u00e3o crist\u00e3s, que os conheceram.<br \/>\nEntrego-me realmente aos demais, segundo minha voca\u00e7\u00e3o e minhas possibilidades? Ou me distancio por tibieza espiritual, comodidade ou ego\u00edsmo?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A mim, meu cora\u00e7\u00e3o se enche de pena, quando vejo que neste bispado de Vic tem tantos sacerdotes sem nada fazer e nestas ilhas tanta necessidade (\u2026). 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