{"id":24681,"date":"2018-07-20T00:00:20","date_gmt":"2018-07-19T22:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=24681"},"modified":"2018-07-19T23:12:04","modified_gmt":"2018-07-19T21:12:04","slug":"20-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/20-julho\/","title":{"rendered":"20 Julho"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Aos dez anos me permitiram comungar. Eu n\u00e3o posso explicar o que aconteceu em mim naquele dia que tive a grande alegria de receber pela primeira vez em meu peito o meu bom Jesus&#8230;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Aut 38<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>EXPERI\u00caNCIAS QUE MARCAM<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Normalmente o verbo \u2018comungar\u2019 j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 muito usado. Fundamentalmente o empregamos para designar esta celebra\u00e7\u00e3o crist\u00e3 na qual se d\u00e1 e se toma a sagrada comunh\u00e3o, o p\u00e3o da eucaristia. Mas o verbo comungar designa uma rela\u00e7\u00e3o muito estreita e \u00edntima, de contato e de uni\u00e3o, de pessoa a pessoa, de destino com destino. Usamos este termo quando queremos dizer, por exemplo, que coincidimos com ideais ou sentimentos de outra pessoa: eu comungo com voc\u00ea.<br \/>\nO comungar ou a comunh\u00e3o com Jesus, com sua pessoa, com sua vida, \u00e9 entrar em um \u00e2mbito de comunica\u00e7\u00e3o e de encontro profundos com Ele. De tal maneira que Ele permane\u00e7a em n\u00f3s e n\u00f3s permane\u00e7amos n\u2019Ele. E permanecer \u00e9 um manter-se, continuar, seguir, persistir, durar, perpetuar-se, resistir, estar, ficar, estabelecer-se, habitar, residir, viver duradouro, cont\u00ednuo. \u00c9 como que entrar em um \u00e2mbito familiar, \u00edntimo, pessoal com Ele, para assim desfrutar sua amizade, sua presen\u00e7a, sua companhia, seu trato. Comungar \u00e9 um modo muito \u00edntimo de participar do que quero partilhar com outra pessoa e do que o outro quer partilhar comigo.<br \/>\nO s\u00edmbolo da comunh\u00e3o nos convida a deixarmo-nos convidar por aquele que preparou o encontro e a mesa, a encontrarmo-nos, a reunirmo-nos, a sentarmo-nos ao redor da mesa, com a pessoa quer nos convidou, que nos acolheu em sua casa, que preparou o encontro.<br \/>\nDesta forma, podemos entrar neste \u00e2mbito \u00edntimo e profundo de amizade, de partilha, de uni\u00e3o com aquilo que expressamos com nossa amizade. Nada \u00e9 a mesma coisa depois desta comunh\u00e3o. Por isso antes e depois da comunh\u00e3o com Jesus fazemos nossa aquela ora\u00e7\u00e3o: \u201cficai conosco\u201d, que \u00e9 como dizer-lhe: permanecei conosco, ao nosso lado, no meio de n\u00f3s, sem V\u00f3s n\u00e3o podemos nada, convosco tudo \u00e9 poss\u00edvel e nos \u00e9 f\u00e1cil, leve, f\u00e1cil e simples.<br \/>\nOnde fica a sua primeira comunh\u00e3o com Jesus?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aos dez anos me permitiram comungar. Eu n\u00e3o posso explicar o que aconteceu em mim naquele dia que tive a grande alegria de receber pela primeira vez em meu peito o meu bom Jesus&#8230; Aut 38 EXPERI\u00caNCIAS QUE MARCAM Normalmente o verbo \u2018comungar\u2019 j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 muito usado. Fundamentalmente o empregamos para designar esta celebra\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[527],"tags":[],"class_list":["post-24681","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-claret-com-voce"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pdaBmi-6q5","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24681","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24681"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24681\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24681"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24681"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24681"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}