{"id":25018,"date":"2018-07-30T00:00:07","date_gmt":"2018-07-29T22:00:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=25018"},"modified":"2018-07-30T00:00:07","modified_gmt":"2018-07-29T22:00:07","slug":"30-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/30-julho\/","title":{"rendered":"30 Julho"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Na prov\u00edncia de Tarragona havia uns quantos que queriam assassinar-me. Disse ao Sr. Arcebispo: mande-me V. E. a qualquer lugar da sua diocese, e eu irei com gosto, embora saiba que no caminho h\u00e1 duas filas de assassinos com o punhal nas m\u00e3os.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Aut 406<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>A PR\u00d3PRIA VIDA N\u00c3O \u00c9 O VALOR SUPREMO<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Em honra de um grupo de m\u00e1rtires do fim do s\u00e9culo primeiro na \u00c1sia Menor, foi composto um c\u00e2ntico que diz: \u201cN\u00e3o amaram tanto sua vida que temessem a morte\u201d (Ap 12, 11). J\u00e1 uns 40 anos antes, Paulo de Tarso se despedia dos presb\u00edteros de \u00c9feso dizendo algo parecido: \u201cMas nada disso temo, nem fa\u00e7o caso da mina vida, contanto que termine a minha carreira e o minist\u00e9rio da palavra que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho ao Evangelho da gra\u00e7a de Deus\u201d (At 20, 24).<br \/>\nEste texto foi repetidamente material de reflex\u00e3o para Santo Ant\u00f4nio Maria Claret. No outono de 1865, tendo interrompido seu servi\u00e7o de confessor real, fez um discernimento sobre voltar ou despedir-se de vez de Madri; consciente de que em dita capital \u00e9 muito perseguido, transcreveu este texto dos Atos dos Ap\u00f3stolos, com a pequena reflex\u00e3o, sem d\u00favida do seu gosto, que introduziu a Vulgata: \u201cn\u00e3o me importa a vida contanto que conclua minha carreira e cumpra o minist\u00e9rio da palavra que recebi do Senhor Jesus\u201d (EC III, p. 504).<br \/>\nCom breves par\u00eantesis, a persegui\u00e7\u00e3o foi uma constante na vida do grande mission\u00e1rio. Em sua \u00e9poca de Catalunha (1841-1850) a pol\u00edtica estava doente e os governos se fechavam diante de poss\u00edveis vozes cr\u00edticas. Claret evitou at\u00e9 o extremo tocar em assuntos pol\u00edticos em sua prega\u00e7\u00e3o; mas a pol\u00edcia estava alerta, se por acaso&#8230; Sendo confessor real (1857-1868), muitos imaginavam que aproveitava do cargo para mover os fios da pol\u00edtica; e foi alvo de cal\u00fanias e atentados. Por isso, em 1864 publicou o livrinho autobiogr\u00e1fico O consolo de uma alma caluniada, no qual ensina que Deus nunca falha e que, em situa\u00e7\u00f5es extremas, n\u00e3o sobra outro ref\u00fagio que Ele, junto com o testemunho da pr\u00f3pria consci\u00eancia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na prov\u00edncia de Tarragona havia uns quantos que queriam assassinar-me. Disse ao Sr. Arcebispo: mande-me V. E. a qualquer lugar da sua diocese, e eu irei com gosto, embora saiba que no caminho h\u00e1 duas filas de assassinos com o punhal nas m\u00e3os. 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