{"id":25334,"date":"2018-08-02T00:00:30","date_gmt":"2018-08-01T22:00:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/2-agosto\/"},"modified":"2018-08-02T00:00:30","modified_gmt":"2018-08-01T22:00:30","slug":"2-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/2-agosto\/","title":{"rendered":"2 Agosto"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">O Cora\u00e7\u00e3o de Maria n\u00e3o s\u00f3 foi membro vivo de Jesus Cristo pela f\u00e9 e pela caridade, mas tamb\u00e9m origem e manancial de onde se formou a humanidade.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Carta a um devoto do Cora\u00e7\u00e3o de Maria, em EC II, p. 1500<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>O CORA\u00c7\u00c3O DE MARIA, MANANCIAL DE DONS<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Os mari\u00f3logos, ao contemplarem Maria no mist\u00e9rio da salva\u00e7\u00e3o, fazem ver as muitas rela\u00e7\u00f5es e tantos v\u00ednculos que se veem obrigados a mostr\u00e1-la como mulher aberta \u00e0 reciprocidade, como especialista em encontros, como modelo de comunh\u00e3o. Algu\u00e9m escreveu dizendo que \u201cMaria \u00e9 a mulher da harmonia, que re\u00fane em si o s\u00edmbolo sagrado das rela\u00e7\u00f5es universais e de integra\u00e7\u00e3o de toda a cria\u00e7\u00e3o no mist\u00e9rio da beleza c\u00f3smica que transcende todo o criado&#8230;\u201d (R. Tomich\u00e1).<br \/>\nNo texto que agora comentamos afloram na intui\u00e7\u00e3o claretiana as duas rela\u00e7\u00f5es que provocaram as maiores controv\u00e9rsias conciliares: Maria em rela\u00e7\u00e3o com Cristo diante de Maria em sua rela\u00e7\u00e3o com a Igreja. A controv\u00e9rsia foi fecunda e deu como resultado o cap\u00edtulo 8 da Constitui\u00e7\u00e3o Lumen Gentium, s\u00edntese das duas tend\u00eancias: \u201cA Virgem Sant\u00edssima, pelo dom e pela prerrogativa da maternidade divina, que a une com o Filho Redentor e por suas gra\u00e7as e dons singulares, est\u00e1 tamb\u00e9m intimamente unida com a Igreja\u201d (LG 63).<br \/>\nA Enc\u00edclica de S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II Redemptoris Mater explicita ainda mais estas perspectivas. Limitamo-nos ao texto referido \u00e0 f\u00e9: \u201cA M\u00e3e daquele Filho&#8230;. leva consigo a radical novidade da f\u00e9: o in\u00edcio da Nova Alian\u00e7a&#8230; N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil, pois, notar neste in\u00edcio uma particular fadiga do cora\u00e7\u00e3o, unida a uma experi\u00eancia de \u2018noite da f\u00e9\u2019, usando uma express\u00e3o de S\u00e3o Jo\u00e3o da Cruz, como um v\u00e9u atrav\u00e9s do qual se deve aproximar do Invis\u00edvel e viver em intimidade o mist\u00e9rio\u201d. (RM 17b).<br \/>\nPor isso Claret a chamou tamb\u00e9m sua Madrinha. Que \u00e9 educadora da f\u00e9. N\u00e3o sei de nenhum santo, nem santa que a tenham chamado assim: Minha Madrinha, a que me educa na f\u00e9, porque Ela conhece melhor que ningu\u00e9m o caminho desta peregrina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Cora\u00e7\u00e3o de Maria n\u00e3o s\u00f3 foi membro vivo de Jesus Cristo pela f\u00e9 e pela caridade, mas tamb\u00e9m origem e manancial de onde se formou a humanidade. 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