{"id":25535,"date":"2018-08-07T00:50:03","date_gmt":"2018-08-06T22:50:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/7-agosto\/"},"modified":"2018-08-07T00:50:03","modified_gmt":"2018-08-06T22:50:03","slug":"7-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/7-agosto\/","title":{"rendered":"7 Agosto"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Maria \u201c\u00e9 lua cheia que ilumina os pecadores na noite do pecado, para que n\u00e3o caiam no inferno. \u00c9 aurora para os rec\u00e9m-convertidos, pois, com seu aux\u00edlio v\u00e3o se distanciando das trevas do pecado e das suas ocasi\u00f5es e v\u00e3o crescendo de virtude em virtude como a luz da madrugada. \u00c9 Maria sol para os perfeitos a quem ilumina com sua especial gra\u00e7a e os afervoriza com sua ardent\u00edssima caridade.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Regras dos Cl\u00e9rigos Seculares que vivem em comunidade. Barcelona, 1864, p. 3<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>PRESENCIA DE MARIA NA VIDA CRIST\u00c3<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Maria soube muito bem o que era viver somente da f\u00e9, confiando em uma promessa. Seu Filho Jesus n\u00e3o teve uma vida extraordin\u00e1ria: viveu com ela uns 30 anos, n\u00e3o se casou, nem lhe deu netos. Depois abandonou Nazar\u00e9 e foi de povoado em povoado anunciando o Reino de Deus. Jesus n\u00e3o tinha casa pr\u00f3pria nem trabalho fixo. Maria n\u00e3o entendia nada&#8230; Onde estavam as promessas da Anuncia\u00e7\u00e3o? E, depois, recordando as palavras do Anjo, o que experimentaria ela ao ver seu filho morrendo na cruz? Que dor e solid\u00e3o sentiria!<br \/>\nComo mulher crente, confiava, em meio \u00e0s incertezas e \u00e0 dor. Continuava dizendo a Deus \u201cfa\u00e7a-se\u201d. E, como m\u00e3e, guardava em seu cora\u00e7\u00e3o cada fragmento da vida de Jesus, cada uma das suas palavras. E tudo se fez luz com a Ressurrei\u00e7\u00e3o. Desde a Anuncia\u00e7\u00e3o at\u00e9 a P\u00e1scoa a vida de Maria foi entrega e abandono total em Deus, com alegre esperan\u00e7a, com valentia e compromisso. Por isso \u00e9 chamada \u201clua cheia\u201d, \u201caurora\u201d, \u201csol\u201d.<br \/>\nQuando nos sentimos perdidos, sozinhos, temerosos, quando nos invade o medo de tal maneira que n\u00e3o nos deixa ver nada mais, quando a inseguran\u00e7a e a d\u00favida se apoderam de n\u00f3s, ent\u00e3o \u00e9 quando a presen\u00e7a de nossa M\u00e3e nos reconforta.<br \/>\nMaria vem com sua luz para que vejamos com maior clareza, para dar colorido \u00e0 nossa vida, para que saibamos assumir com serenidade qualquer situa\u00e7\u00e3o ou problema. Ela sabe o que \u00e9 esperan\u00e7a, ela tem cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e e se comove ao ver-nos sofrer e tamb\u00e9m se alegra com nossas alegrias. Somente nos pede uma coisa: \u201cFazei o que Ele vos disser\u201d.<br \/>\nInvoco Maria em momentos de dificuldade? Que atitude de Maria me ajuda a viver melhor minha pr\u00f3pria experi\u00eancia de f\u00e9?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria \u201c\u00e9 lua cheia que ilumina os pecadores na noite do pecado, para que n\u00e3o caiam no inferno. \u00c9 aurora para os rec\u00e9m-convertidos, pois, com seu aux\u00edlio v\u00e3o se distanciando das trevas do pecado e das suas ocasi\u00f5es e v\u00e3o crescendo de virtude em virtude como a luz da madrugada. \u00c9 Maria sol para os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[527],"tags":[],"class_list":["post-25535","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-claret-com-voce"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pdaBmi-6DR","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25535","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25535"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25535\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25535"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25535"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25535"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}