{"id":25968,"date":"2018-08-13T00:00:19","date_gmt":"2018-08-12T22:00:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=25968"},"modified":"2018-08-13T00:00:19","modified_gmt":"2018-08-12T22:00:19","slug":"13-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/13-agosto\/","title":{"rendered":"13 Agosto"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Demos gra\u00e7as a Deus: o Senhor e sua Sant\u00edssima M\u00e3e j\u00e1 se dignaram aceitar as prim\u00edcias dos m\u00e1rtires. Eu desejava muit\u00edssimo ser o primeiro m\u00e1rtir da Congrega\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o fui digno, outro me precedeu. Parabenizo o m\u00e1rtir e santo Crusats e felicito o Sr. Reixach pela sorte de ter sido ferido e tamb\u00e9m parabenizo todos os da Congrega\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Carta ao Pe. Jos\u00e9 Xifr\u00e9, 7 de outubro de 1868, em EC II, pp. 1297-1298<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>GL\u00d3RIA DO MART\u00cdRIO<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Disse o Senhor: \u201cquem perder sua vida por mim, encontr\u00e1-la-\u00e1\u201d (Mt 10,39; 16,25). Todo disc\u00edpulo de Cristo, portanto, tem que contar com a possibilidade do mart\u00edrio e apreci\u00e1-lo muito. De fato, a comunidade de Jesus, desde seus in\u00edcios at\u00e9 hoje, viveu e vive a realidade do mart\u00edrio em n\u00e3o poucos de seus membros. E se prev\u00ea que ser\u00e1 assim no futuro. Basta pensar na quantidade de m\u00e1rtires que deram a vida por Cristo sob o nazismo e o comunismo no s\u00e9culo passado e as dificuldades e inclusive o mart\u00edrio, em nossos dias, por obra de regimes intolerantes ou bandos de perseguidores fan\u00e1ticos integralistas.<br \/>\nClaret sonhava terminar seus dias derramando seu sangue por Cristo. Deus n\u00e3o lhe concedeu isto. No fim, morreu de enfermidade no ex\u00edlio (que j\u00e1 \u00e9 uma esp\u00e9cie de mart\u00edrio); mas, ao longo da sua vida sofreu pelo menos uma d\u00fazia de atentados e em um deles, que teve lugar na cidade de Holgu\u00edn (Cuba), foi ferido gravemente e, portanto, derramou efusivamente seu sangue por Cristo; na Autobiografia descreve com detalhe a alegria que tal experi\u00eancia lhe proporcionou. Por isso Claret teve santa inveja do Pe. Francisco Crusats, quem em 1868 morreu m\u00e1rtir em La Selva del Camp (Espanha).<br \/>\nAo longo da hist\u00f3ria, a Congrega\u00e7\u00e3o Claretiana tem tido centenas de m\u00e1rtires; na guerra civil espanhola (1936-1939) foi a institui\u00e7\u00e3o religiosa com maior n\u00famero de m\u00e1rtires: 271; entre eles, os beatos m\u00e1rtires de Barbastro (51), cuja festa hoje celebramos. Antes, o beato Padre Andr\u00e9 Sol\u00e1, no M\u00e9xico (1927) e depois o Padre Rhoel Gallardo, nas Filipinas (2000), sem contar os que sofreram c\u00e1rceres, torturas, ex\u00edlios. Um grande est\u00edmulo que deve animar nossa fidelidade, a de todo o povo crist\u00e3o.<br \/>\n\u201cPortando, tamb\u00e9m n\u00f3s, tendo ao nosso redor uma nuvem t\u00e3o grande de testemunhas, corramos com const\u00e2ncia o trecho que nos \u00e9 proposto, tendo fixos os olhos em Jesus, iniciador e consumador da f\u00e9\u201d (Hb 12, 1-4; cf. 11).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Demos gra\u00e7as a Deus: o Senhor e sua Sant\u00edssima M\u00e3e j\u00e1 se dignaram aceitar as prim\u00edcias dos m\u00e1rtires. Eu desejava muit\u00edssimo ser o primeiro m\u00e1rtir da Congrega\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o fui digno, outro me precedeu. Parabenizo o m\u00e1rtir e santo Crusats e felicito o Sr. Reixach pela sorte de ter sido ferido e tamb\u00e9m parabenizo todos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[527],"tags":[],"class_list":["post-25968","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-claret-com-voce"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pdaBmi-6KQ","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25968","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25968"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25968\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25968"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25968"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25968"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}