{"id":26231,"date":"2018-08-27T00:00:09","date_gmt":"2018-08-26T22:00:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=26231"},"modified":"2018-08-27T00:00:09","modified_gmt":"2018-08-26T22:00:09","slug":"27-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/27-agosto\/","title":{"rendered":"27 Agosto"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Terei para com Deus cora\u00e7\u00e3o de filho e de esposa; para comigo, cora\u00e7\u00e3o de juiz; e para com o pr\u00f3ximo, cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Prop\u00f3sitos do ano 1865; em AEC p. 711<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>CORA\u00c7\u00c3O MULTIDIMENSIONAL<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Claret fala do seu cora\u00e7\u00e3o polivalente: um cora\u00e7\u00e3o obediente e esponsal para com Deus, severo consigo mesmo, carinhoso e compassivo para com o pr\u00f3ximo. Ele n\u00e3o se fez o centro do seu cora\u00e7\u00e3o, mas ali colocou Deus e o pr\u00f3ximo. Isto me relembra uma pobre m\u00e3e que vi, enquanto esperava o trem, que cozinhou o pouco arroz que tinha e repartiu entre seu marido e seu filho enquanto ela se contentava com a \u00e1gua.<br \/>\nO amor sacrifical \u00e9 o \u00fanico que pode dar firmeza a uma vida; se n\u00e3o houvesse no mundo m\u00e3es que se sacrificam, o mundo n\u00e3o poderia manter-se. Claret, o mission\u00e1rio, teve o cora\u00e7\u00e3o amoroso de uma m\u00e3e, poss\u00edvel reflexo da m\u00e3e Igreja. Todo ser humano tem desde o nascimento capacidade de ternura e compaix\u00e3o maternais, mas estas muito frequentemente n\u00e3o se desenvolvem.<br \/>\nUm cora\u00e7\u00e3o materno est\u00e1 aberto totalmente, mas quando o ego se situa no centro do cen\u00e1rio, a pessoa se fecha em si mesma e se faz agressiva diante dos demais. O culto do ego foi a principal raiz do \u00f3dio, da viol\u00eancia e de tantas guerras no mundo. Se f\u00f4ssemos capazes de desenvolver nossa capacidade de ternura e compaix\u00e3o para com os outros, como o fez Claret, haveria mais paz, mais justi\u00e7a e igualdade no mundo. Todos devemos saber que temos um cora\u00e7\u00e3o para colocar dentro dele Deus e o pr\u00f3ximo. Ter Deus no centro do cora\u00e7\u00e3o \u00e9 crucial para experimentar seu amor. Quem tem o cora\u00e7\u00e3o cheio e amaciado pelo amor divino \u00e9 como algu\u00e9m que ser\u00e1 capaz de olhar o outro com amorosa compaix\u00e3o. \u00c9 uma gra\u00e7a que dever\u00edamos pedir constantemente, assim como Claret desejou o dom do amor e o recebeu como uma gra\u00e7a (cf. Aut 447).<br \/>\nA Beata Teresa de Calcut\u00e1 disse uma vez: \u201cO que importa n\u00e3o \u00e9 o que voc\u00ea faz, mas o amor com que voc\u00ea faz\u201d. Se o amor n\u00e3o empapar nossas atividades, que diferen\u00e7a fazemos para o resto do mundo?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terei para com Deus cora\u00e7\u00e3o de filho e de esposa; para comigo, cora\u00e7\u00e3o de juiz; e para com o pr\u00f3ximo, cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e. Prop\u00f3sitos do ano 1865; em AEC p. 711 CORA\u00c7\u00c3O MULTIDIMENSIONAL Claret fala do seu cora\u00e7\u00e3o polivalente: um cora\u00e7\u00e3o obediente e esponsal para com Deus, severo consigo mesmo, carinhoso e compassivo para com [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[527],"tags":[],"class_list":["post-26231","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-claret-com-voce"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pdaBmi-6P5","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26231","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26231"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26231\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26231"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26231"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26231"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}