{"id":26264,"date":"2018-08-30T00:00:29","date_gmt":"2018-08-29T22:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=26264"},"modified":"2018-08-30T00:00:29","modified_gmt":"2018-08-29T22:00:29","slug":"30-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/30-agosto\/","title":{"rendered":"30 Agosto"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Ao ver que Deus Nosso Senhor, sem nenhum m\u00e9rito meu, mas unicamente por seu benepl\u00e1cito, chamava-me a enfrentar a torrente de corrup\u00e7\u00e3o e me escolhia para curar as doen\u00e7as do corpo meio morto e corrompido da sociedade; pensei ent\u00e3o que devia dedicar-me a estudar e conhecer bem as enfermidades deste corpo social.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Aut 357<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>CONHECER O QUE QUEREMOS CURAR<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Atrav\u00e9s do nosso encontro com outras pessoas e conosco mesmos, com o cosmos e com Deus vamos descobrindo nossa identidade. A resposta \u00e0 pergunta sobre nossas rela\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias, tanto de comunh\u00e3o como de conflito, nos revela quem somos. Estas rela\u00e7\u00f5es que nos identificam s\u00e3o fruto de uma op\u00e7\u00e3o, consequ\u00eancia do exerc\u00edcio l\u00facido e amoroso da nossa liberdade? Que op\u00e7\u00f5es fundamentais est\u00e3o na base dos nossos encontros e desencontros?<br \/>\nDeus nos chama para estabelecer rela\u00e7\u00f5es novas e transformantes com nosso meio. Deus inscreveu seu projeto de plenitude de vida em comunh\u00e3o como desejo profundo e intenso; mas nossas hist\u00f3rias pessoais e relacionais, nossas debilidades e limita\u00e7\u00f5es podem deform\u00e1-lo, ocult\u00e1-lo, ou inclusive apag\u00e1-lo. O Evangelho j\u00e1 nos diz: \u201cOnde estiver seu tesouro estar\u00e1 seu cora\u00e7\u00e3o\u201d. Qual \u00e9 o tesouro que protegemos ou desejamos intensamente? Qual \u00e9 o desejo profundo que nos leva a arriscar inclusive a vida?<br \/>\nNossos sentidos exteriores e interiores s\u00e3o as portas que nos permitem entrar na realidade. O que vemos e ouvimos, o que cheiramos e saboreamos, o que tocamos e abra\u00e7amos, desperta em n\u00f3s uma gama de sentimentos que habitam em n\u00f3s e que est\u00e3o condicionados por nossa hist\u00f3ria pessoal, nosso lugar social, nossos marcos te\u00f3ricos e por nossa experi\u00eancia de Deus. Nosso contexto nos bombardeia, com a possiblidade de suscitar emo\u00e7\u00f5es muito variadas; devemos ser atentos com elas.<br \/>\nOs sentimentos e as reflex\u00f5es que t\u00eam sua origem em Deus nos levam a vincularmo-nos ao seu projeto de que o homem viva. Mas para isso requer uma vontade firme. A sele\u00e7\u00e3o discernida de nossas percep\u00e7\u00f5es significa escolher e sup\u00f5e renunciar. Toda op\u00e7\u00e3o, j\u00e1 o sabemos, implica ren\u00fancia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao ver que Deus Nosso Senhor, sem nenhum m\u00e9rito meu, mas unicamente por seu benepl\u00e1cito, chamava-me a enfrentar a torrente de corrup\u00e7\u00e3o e me escolhia para curar as doen\u00e7as do corpo meio morto e corrompido da sociedade; pensei ent\u00e3o que devia dedicar-me a estudar e conhecer bem as enfermidades deste corpo social. 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