{"id":29020,"date":"2018-09-29T00:00:01","date_gmt":"2018-09-28T22:00:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=29020"},"modified":"2018-09-29T00:00:01","modified_gmt":"2018-09-28T22:00:01","slug":"29-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/29-setembro\/","title":{"rendered":"29 Setembro"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Eu vi que esta \u00e9 uma \u00e9poca em que o ego\u00edsmo tem feito esquecer os deveres mais sagrados que o homem tem para com seu pr\u00f3ximo e irm\u00e3o, j\u00e1 que todos somos imagens de Deus, filhos de Deus, redimidos com o sangue de Jesus Cristo e destinados para o c\u00e9u.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Aut 358<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>ALTERNATIVA AO EGO\u00cdSMO<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Claret descreve aqui sua op\u00e7\u00e3o pessoal de pobreza em sua etapa de mission\u00e1rio popular pela Catalunha. O ego\u00edsmo a que se refere \u00e9, portanto, a busca de riquezas, a cobi\u00e7a desenfreada. Diante desta degrada\u00e7\u00e3o do ser humano que se faz escravo das coisas em vez de senhor delas, ele apresenta sua liberdade pessoal; era t\u00e3o livre que n\u00e3o tinha necessidades. Por isso n\u00e3o fazia uso de dinheiro, at\u00e9 o ponto de assustar-se diante da possibilidade de ter encontrado uma moeda no bolso; quando colocou em andamento a Editora ou empreendeu outras atividades sociais, sua pobreza adquiriu outras caracter\u00edsticas. Sua preocupa\u00e7\u00e3o consistia em imitar o Jesus do Evangelho t\u00e3o literalmente, e do melhor modo poss\u00edvel, de tal modo que ningu\u00e9m pudesse interpretar seu trabalho apost\u00f3lico como um meio de enriquecer-se.<br \/>\nMas, ao descrev\u00ea-lo \u00e0 dist\u00e2ncia, existe uma preocupa\u00e7\u00e3o social: a busca de riquezas leva consigo, frequentemente, a explora\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo. O conhecido personagem c\u00f4mico \u201cMafalda\u201d pergunta em certa ocasi\u00e3o a seu pai \u201ccomo \u00e9 poss\u00edvel acumular uma fortuna sem fazer farinha dos demais\u201d. Sem d\u00favida, Claret sabe disto. Ele conheceu j\u00e1 em sua inf\u00e2ncia e na pr\u00f3pria fam\u00edlia, a industrializa\u00e7\u00e3o incipiente. Em seus anos de Cuba (1851-1857), conheceu de perto a escravid\u00e3o e a explora\u00e7\u00e3o dos pobres, sobretudo, dos negros pelos brancos. Falando dos europeus que faziam neg\u00f3cios na ilha, escreveu dizendo que \u201cn\u00e3o apreciam outro Deus sen\u00e3o o interesse\u201d (EC, I, p. 705).<br \/>\nDiante de tais abusos, Claret n\u00e3o se apresenta como um sindicalista agitador, mas como um crente cheio de caridade: \u201c\u00d3 meu irm\u00e3o, eu amo voc\u00ea, eu quero o seu bem. Em prova do amor que tenho por voc\u00ea farei todos os sacrif\u00edcios e trabalhos, aceitarei at\u00e9 a morte se for preciso\u201d. (Aut 448).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu vi que esta \u00e9 uma \u00e9poca em que o ego\u00edsmo tem feito esquecer os deveres mais sagrados que o homem tem para com seu pr\u00f3ximo e irm\u00e3o, j\u00e1 que todos somos imagens de Deus, filhos de Deus, redimidos com o sangue de Jesus Cristo e destinados para o c\u00e9u. 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