{"id":32277,"date":"2018-11-05T00:00:29","date_gmt":"2018-11-04T22:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/?p=32277"},"modified":"2018-11-05T00:00:29","modified_gmt":"2018-11-04T22:00:29","slug":"5-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/5-novembro\/","title":{"rendered":"5 Novembro"},"content":{"rendered":"<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita-texto field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Nunca briguei com ningu\u00e9m; procurava ser bom com todos. N\u00e3o gostava de rir, embora sempre manifestasse alegria, do\u00e7ura e benignidade.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-meditacion-cita field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">Aut 386<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"titulo-meditacion\">\n<h2>ALEGRIA E DO\u00c7URA DE QUEM ACREDITA<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Textos como este podem deixar a impress\u00e3o de um Claret ing\u00eanuo, sem valores que defender ou crit\u00e9rios que fazer valer. Mas foi o contr\u00e1rio: em sua prega\u00e7\u00e3o e em seus livros argumenta de forma contundente, mas sem o menor sinal de agressividade. N\u00e3o quer assustar, mas acompanhar na busca da verdade; gosta da suavidade e da mansid\u00e3o evang\u00e9lica. Quando na prega\u00e7\u00e3o queria combater certos v\u00edcios, o fazia, segundo suas palavras, \u201ccomo quem cozinha carac\u00f3is, que os coloca na panela com \u00e1gua fresca, e com a frescura da \u00e1gua eles saem para fora e como a \u00e1gua vai se esquentando pouco a pouco at\u00e9 ferver, ficam assim mortos e cozidos; mas se algu\u00e9m imprudentemente os lan\u00e7asse na panela com \u00e1gua quente, se recolheriam para dentro da casca, e ningu\u00e9m os poderia tirar de l\u00e1. Assim me comportava com os pecadores de toda classe de v\u00edcios e erros\u201d (Aut 290).<br \/>\nHoje estamos acostumados a debates televisivos ou jornal\u00edsticos em que cada um tenta desqualificar o outro com os argumentos mais contundentes. N\u00e3o se pretende colaborar com o outro, mas a aniquilar o outro; a\u00ed o amor n\u00e3o tem espa\u00e7o. Somente quando h\u00e1 amor se transmite vida. O di\u00e1logo crist\u00e3o n\u00e3o \u00e9 para derrotar, mas para crescer juntos.<br \/>\nExistiu toda uma tradi\u00e7\u00e3o asc\u00e9tica da \u201cseriedade\u201d; \u00e9ramos lembrados de que, segundo os evangelhos, \u201cJesus nunca o viram rindo, mas, chorando algumas vezes\u201d (Aut 386); isto se percebe muito bem no livro de Humberto Eco \u201cO nome da rosa\u201d. Claret participou desta corrente asc\u00e9tica, mas lhe colocou sua corre\u00e7\u00e3o; em sua vida est\u00e1 muito presente a alegria; sofreu muito, mas teve grandes alegrias interiores. O grau e profundidade da alegria n\u00e3o se medem pelo estrondo da gargalhada, mas pela paz interior e pela do\u00e7ura.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nunca briguei com ningu\u00e9m; procurava ser bom com todos. N\u00e3o gostava de rir, embora sempre manifestasse alegria, do\u00e7ura e benignidade. 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