{"id":47078,"date":"2019-06-27T22:38:14","date_gmt":"2019-06-27T20:38:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/uma-celebracao-de-nossa-identidade-carismatica\/"},"modified":"2019-06-28T15:23:40","modified_gmt":"2019-06-28T13:23:40","slug":"uma-celebracao-de-nossa-identidade-carismatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/uma-celebracao-de-nossa-identidade-carismatica\/","title":{"rendered":"Uma celebra\u00e7\u00e3o de nossa identidade carism\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>(Festa do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria \u2013 1\u00ba de julho de 2019)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p>Queridos irm\u00e3os: <\/p>\r\n<p>Feliz festa de nossa Bem-aventurada M\u00e3e! Durante esta festa de fam\u00edlia convido-vos a contemplar juntos o Cora\u00e7\u00e3o da nossa M\u00e3e Sant\u00edssima como Filhos do seu Cora\u00e7\u00e3o. Um Mission\u00e1rio Claretiano somente se encontra a si mesmo precisamente como Filho do seu Cora\u00e7\u00e3o Imaculado, sua identidade carism\u00e1tica. Como somos Filhos, tamb\u00e9m somos irm\u00e3os (cf. HAC 37), celebrando nossa vida e miss\u00e3o em comunidade. <\/p>\r\n<p><strong>Cora\u00e7\u00f5es g\u00eameos<\/strong>: A Festa do Cora\u00e7\u00e3o de Maria segue de perto a Festa do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, sublinhando a unidade de ambos. Os dois cora\u00e7\u00f5es em un\u00edssono expressam a hist\u00f3ria \u00fanica do amor de Deus pela humanidade. Os dois cora\u00e7\u00f5es deram a resposta do &#8220;Fiat&#8221; ao des\u00edgnio de nossa salva\u00e7\u00e3o realizado pelo Pai. Aprendemos deles o segredo do <em> cor ad cor loquitur <\/em>, &#8220;o cora\u00e7\u00e3o fala ao cora\u00e7\u00e3o&#8221;, a &#8220;comunica\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o&#8221;, que tem a ver com rela\u00e7\u00f5es aut\u00eanticas. Como Filhos no Filho, nos unimos a este c\u00edrculo de amor e aprendemos do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus e de Maria a arte dos di\u00e1logos sinceros que criam comunidades genu\u00ednas e promovem a miss\u00e3o compartilhada. <\/p>\r\n<p><strong>Os tesouros do c\u00e9u no cora\u00e7\u00e3o<\/strong>: O cora\u00e7\u00e3o \u00e9 o n\u00facleo da pessoa. Um velho refr\u00e3o diz: &#8220;Entra na caverna do teu cora\u00e7\u00e3o e encontrar\u00e1s ali tesouros l\u00e1 do c\u00e9u&#8221;. Jesus convida seus disc\u00edpulos dizendo-lhes: &#8220;Ajuntai para v\u00f3s tesouros no c\u00e9u, pois onde est\u00e1 o teu tesouro, l\u00e1 tamb\u00e9m est\u00e1 teu cora\u00e7\u00e3o.&#8221; (Mateus 6, 21). O tesouro de Maria \u00e9 Jesus, seu Filho, cuja presen\u00e7a transforma seu cora\u00e7\u00e3o em c\u00e9u, a sede de Deus. Seu cora\u00e7\u00e3o tem o segredo de trazer o c\u00e9u para a terra, mantendo Jesus no centro. A miss\u00e3o claretiana \u00e9 esta arte de criar o c\u00e9u onde quer que nos enviem, colocando Jesus no centro e &#8220;fazendo o que ele vos disser&#8221; (Jo 2, 5). <\/p>\r\n<p><strong>Enfermidade do cora\u00e7\u00e3o<\/strong>: Estou convencido de que a maioria dos males de nossas vidas pessoais e da vida comunit\u00e1ria s\u00e3o nossos &#8220;problemas do cora\u00e7\u00e3o&#8221; e as enfermidades de um cora\u00e7\u00e3o mal instru\u00eddo. A vida fraterna e o compromisso mission\u00e1rio sofrem quando o cora\u00e7\u00e3o de um mission\u00e1rio \u00e9 afligido pela &#8220;esclerose card\u00edaca espiritual&#8221;, a teimosia do cora\u00e7\u00e3o, que o torna frio e insens\u00edvel ao sofrimento dos outros. De um cora\u00e7\u00e3o doente originam maus pensamentos, imoralidade, engano, arrog\u00e2ncia, lasc\u00edvia, inveja, cal\u00fania e insensatez (cf. Mc 7, 21-23). A renova\u00e7\u00e3o da vida requer a convers\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o de pedra em um cora\u00e7\u00e3o de carne (cf. Ez 36, 26). <\/p>\r\n<p><strong>Recuperando o cora\u00e7\u00e3o de carne<\/strong>: O terno amor do Cora\u00e7\u00e3o de Maria pode recuperar o &#8220;cora\u00e7\u00e3o de carne&#8221; e nos levar ao &#8220;primeiro amor&#8221; pelo Senhor (cf. Ap 2, 4). Foi  este &#8220;primeiro amor&#8221; que nos levou como Mission\u00e1rios Claretianos a comprometer-nos em nossa primeira profiss\u00e3o: &#8220;Entrego-me em especial servi\u00e7o ao Imaculado Cora\u00e7\u00e3o da Bem-Aventurada Virgem Maria para alcan\u00e7ar o objetivo para o qual esta Congrega\u00e7\u00e3o foi constitu\u00edda na Igreja&#8221; (CC 159). <\/p>\r\n<p><strong>Cora\u00e7\u00e3o voltado para a miss\u00e3o <\/strong>: Como diz um prov\u00e9rbio africano: &#8220;Onde ama o cora\u00e7\u00e3o, l\u00e1 caminha a perna&#8221;. Maria caminhou seguindo o seu Filho, Jesus. De fato, quando nossos cora\u00e7\u00f5es amarem a Jesus, caminharemos para onde Ele nos guiar. Quando caminhamos adiante na miss\u00e3o do Senhor, com nossos cora\u00e7\u00f5es dirigidos pelo amor de Deus, podemos nos unir tamb\u00e9m ao canto do Cora\u00e7\u00e3o de Maria com alegria e louvor pelas grandes obras de Deus (cf. Lc 1,46s). <\/p>\r\n<p>Queridos irm\u00e3os, somos chamados e verdadeiramente somos os Filhos do Cora\u00e7\u00e3o de Maria (cf. CC 8). Nossa docilidade filial para ser formada na Forja de seu Cora\u00e7\u00e3o nos conforma a Jesus, o primeiro fruto de sua miss\u00e3o materna. Demos as boas-vindas ao terno amor de Deus que est\u00e1 encarnado em sua pessoa, e vamos irradi\u00e1-lo para nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s a quem somos enviados para proclamar a alegria do Evangelho. <\/p>\r\n<p>Permitam-me desejar uma feliz Festa do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria \u00e0 Fam\u00edlia Claretiana, colaboradores, amigos e benfeitores. Todos desfrutamos certamente de um lugar privilegiado no Cora\u00e7\u00e3o de nossa M\u00e3e celestial. Que nossos cora\u00e7\u00f5es palpitem incessantemente com o Cora\u00e7\u00e3o de nossa M\u00e3e Sant\u00edssima pela maior Gl\u00f3ria de Deus e a liberta\u00e7\u00e3o integral da humanidade. <\/p>\r\n<p>Fraternalmente, no Cora\u00e7\u00e3o de Nossa M\u00e3e Sant\u00edssima. <\/p>\r\n<p>Roma, 1\u00ba de julho de 2019<\/p>\r\n<p><strong>Pe. Mathew Vattamattam, CMF<\/strong><\/p>\r\n<p><em>Superior Geral<\/em><\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":47038,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[606],"tags":[],"class_list":["post-47078","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-painel-dos-avisos"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/www.claret.org\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/0397-2.jpg?fit=3047%2C1897&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pdaBmi-cfk","jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47078","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47078"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47078\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47038"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47078"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47078"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47078"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}