{"id":54168,"date":"2012-02-04T10:50:17","date_gmt":"2012-02-04T09:50:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.claret.org\/o-pe-aquilino-bocos-na-revista-vida-nueva-2\/"},"modified":"2012-02-04T10:50:17","modified_gmt":"2012-02-04T09:50:17","slug":"o-pe-aquilino-bocos-na-revista-vida-nueva-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.claret.org\/pt-pt\/o-pe-aquilino-bocos-na-revista-vida-nueva-2\/","title":{"rendered":"O Pe. Aquilino Bocos na revista \u201cVida Nueva\u201d"},"content":{"rendered":"<p><strong>Madrid, Espanha<\/strong>. A famosa revista espanhola \u201cVida Nueva\u201d dedica o seu primeiro n\u00famero de fevereiro de 2012 ao \u201cNove rosto da vida consagrada\u201d.<br \/>\nNesta edi\u00e7\u00e3o publicou-se um artigo do Pe. Aquilino Bocos intitulado: \u201cTra\u00e7os emergentes de algo novo\u201d. Entre outras afirma\u00e7\u00f5es afirma o autor: <em>H\u00e1 ind\u00edcios de qualidade na vida consagrada. O primeiro e o mais forte \u00e9 a fidelidades daqueles que seguem Jesus Cisto.<\/em><\/p>\n<p>Aqui deixo a tradu\u00e7\u00e3o portuguesa para uso caseiro:<\/p>\n<p><em><strong>Tra\u00e7os emergentes duma nova Realidade<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>AQUILINO BOCOS MERINO, CMF<\/strong>. Na Am\u00e9rica do Norte e na Europa, estamos a atravessar pesado inverno vocacional. Com o baix\u00edssimo \u00edndice de natalidade e o vento forte do secularismo, o clima n\u00e3o \u00e9 nada prop\u00edcio para as voca\u00e7\u00f5es. No entanto, abundam na \u00c1sia e na \u00c1frica. Porque parece que este \u00e9 o sinal de bem-estar da vida consagrada Isto \u00e9, a corre bem, se houver muitas voca\u00e7\u00f5es. Corre mal se n\u00e3o as houver.<\/p>\n<p>H\u00e1 poucos que se lembram de que as voca\u00e7\u00f5es s\u00e3o um dom de Deus. E ainda h\u00e1 poucos que ousem afirmar que a quantidade nem sempre \u00e9 sin\u00f3nimo de qualidade.<\/p>\n<p>O Esp\u00edrito Santo d\u00e1 os seus dons quando quiser, a quem quiser e onde quiser E porque n\u00e3o deixa de agir na sua Igreja, tamb\u00e9m este nosso tempo \u00e9 tempo de religiosos.<\/p>\n<p>Os tra\u00e7os emergentes duma nova vida consagrada s\u00e3o m\u00faltiplos. Uns s\u00e3o espetaculares; outros est\u00e3o mais escondidos, mas levam em si a sua novidade e riqueza. As novas comunidades s\u00e3o prendas que o Esp\u00edrito Santo oferece neste deserto que atravessamos.<\/p>\n<p>Mas, tal como as caravanas no deserto, quem esta a carregar do peso duro das institui\u00e7\u00f5es, servidoras da Igreja e da humanidade s\u00e3o as grandes ordens e os institutos apost\u00f3licos, Mesmo contando quase sempre s\u00f3 com gente da terceira idade.<\/p>\n<p>Mas \u201co velho tronco rachado pelo raio da trovoada e no meio da sua metade apodrecida com as chuvas de abril e com o sol de maio, nasceram-lhe alguns rebentos\u201d (A. Machado). A renova\u00e7\u00e3o revitaliza e d\u00e1 os seus frutos, mesmo que ainda estejam escondidos.<\/p>\n<p>H\u00e1 ind\u00edcios de qualidade na Vida Consagrada. O primeiro e mais vigoroso \u00e9 a fidelidade daqueles que seguem Jesus onde quer que seja. A vida religiosa \u00e9, em si mesma, um milagre. Ningu\u00e9m a pode legitimar a partir apenas do esfor\u00e7o humano, e ningu\u00e9m pode perseverar por muito tempo neste estado de vida se n\u00e3o for pela gratuidade divina.<\/p>\n<p>Consideram-se disc\u00edpulos e irm\u00e3os. Observam os sinais dos tempos, escutam a Palavra de Deus e participam na Eucaristia. Discernem a vontade de Deus em comunidade. Ultrapassam as suas fragilidades com a miseric\u00f3rdia de Deus. Cultivam a fraternidade e estreitam la\u00e7os, para que todos os homens fa\u00e7am do mundo a casa do Pai e da Maria, m\u00e3e dos viventes. Sabem que a sua miss\u00e3o \u00e9 partilhar o dom e a miss\u00e3o recebidos. A corresponsabilidade e o di\u00e1logo e circulam entre eles com espontaneidade.<\/p>\n<p>O seu estilo de vida \u00e9 samaritano. Buscadores de Deus e servos dos exclu\u00eddos pela nossa sociedade de bem-estar. Dificilmente se deixam formatar: s\u00e3o criativos. Sempre inquietos e \u00e0 procura. Nada os satisfaz e olham sempre para mais al\u00e9m. N\u00e3o se conformam com qualquer coisa e s\u00e3o livres. Sentem-se Igreja, porque realmente o s\u00e3o, e sempre se pode contar com eles. H\u00e1 apenas uma condi\u00e7\u00e3o: Que se procure o Reino de Deus.<\/p>\n<p>O esp\u00edrito mission\u00e1rio das consagradas e consagrados apresenta factos e frutos que d\u00e3o vitalidade \u00e0 Igreja. Em nenhum outro momento da hist\u00f3ria se encontrou presente em tantos pa\u00edses do mundo como hoje. Nos lugares mais rec\u00f4nditos e incomunic\u00e1veis do mundo, a\u00ed onde se passa fome e sede e onde as comodidades humanas n\u00e3o existem, por puro amor de Deus e ao pr\u00f3ximo, h\u00e1 religiosos e religiosas.<\/p>\n<p>Apostam numa vida m\u00edstica, prof\u00e9tica e martirial, com mente inclusiva e cora\u00e7\u00e3o reconciliador, percorrem os caminhos da interculturalidade, juntam gera\u00e7\u00f5es e colaboram com os outros carismas e minist\u00e9rios.<\/p>\n<p>(No n\u00ba 2.787 de \u201cVida Nueva\u201d. Publicado a 02.02.2012).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Madrid, Espanha. A famosa revista espanhola \u201cVida Nueva\u201d dedica o seu primeiro n\u00famero de fevereiro de 2012 ao \u201cNove rosto da vida consagrada\u201d. Nesta edi\u00e7\u00e3o publicou-se um artigo do Pe. Aquilino Bocos intitulado: \u201cTra\u00e7os emergentes de algo novo\u201d. Entre outras afirma\u00e7\u00f5es afirma o autor: H\u00e1 ind\u00edcios de qualidade na vida consagrada. 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